Margem por projeto, não só no fim do mês
A maioria das integradoras descobre se ganhou dinheiro quando o contador fecha o mês. Aí é tarde para corrigir o preço, renegociar o kit ou entender qual tipo de obra dá prejuízo.
O financeiro aqui nasce do projeto, não de um lançamento manual depois.
O que fica visível
Custo real da obra contra o custo previsto na proposta. A diferença entre os dois é onde a margem some.
Margem por projeto, na hora, com o preço que o vendedor praticou de fato.
Entradas e parcelas do cliente, com o que já entrou e o que está por vir.
Contas a pagar do kit e dos serviços contratados.
As perguntas que ele responde
Qual faixa de potência dá mais margem. Qual vendedor está descontando demais. Quanto ainda entra este mês. Se aquela obra grande de março realmente valeu a pena.
Ligado ao resto, de propósito
O valor que o financeiro vê é o mesmo que o comercial fechou e o mesmo que a proposta mostrou ao cliente. Não existe reconciliação entre sistemas, porque não existem dois sistemas.